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Consultórios compartilhados: você conhece esta tendência?

O desenvolvimento tecnológico tem alterado sistematicamente quase todas as áreas da vida, especialmente no que diz respeito a nossa atuação profissional. Conceitos novos têm surgido para otimizar trabalhos, maximizar lucros ou, ainda, dar maior independência a algumas categorias profissionais, especialmente aquelas que se enquadram na condição de profissionais autônomos e liberais de alta qualificação. Os exemplos mais claros disso são os advogados e médicos.

A tecnologia de nuvem, ou seja, armazenar e executar dados e programas por acesso remoto, de qualquer dispositivo como computadores, tablets ou celulares smartphones, tem permitido uma mobilidade grande a esses profissionais, que não precisam mais, necessariamente, trabalhar em um único escritório ou consultório em que as informações estarão dispostas. Com a tecnologia em nuvem, surgiu o conceito de consultórios compartilhados, um desdobramento da economia colaborativa ou economia compartilhada. Você já conhece essa tendência? Saiba do que se trata com o post de hoje!

Quais são as vantagens e desvantagens de compartilhar consultórios?

Muitos médicos no Brasil trabalham em regime de plantão, atendendo em diferentes lugares, e as instalações de uma clínica ou consultório são somas vultuosas. Por isso, para essa classe, é comum, na nossa realidade tecnológica, o trabalho em diferentes locais com diferentes pacientes, em uma forma societária colaborativa de consultórios compartilhados, a fim de dividir os custos com instalações, materiais e recursos humanos.

Os consultórios compartilhados também ampliam o rol de pacientes de um médico, aumentam o alcance de seu trabalho e permitem uma troca mais intensa com colegas de profissão, facilitando, assim, o networking e as redes de indicação.

No entanto, esse tipo de trabalho exige do médico uma organização muito maior do que se atendesse em apenas um lugar. De acordo com os relatos dos profissionais que atuam dessa forma, a organização é fator primordial, que precisa ser dobrada ou triplicada para que o profissional não se perca e dê conta de tudo.

Essa realidade do trabalho em multiclínicas precisa, portanto, de soluções que possam dar conta da organização das informações médicas, para que estejam sempre à disposição, qualquer que seja o local onde o profissional de saúde está atendendo.

Como se organizar para trabalhar em consultórios compartilhados?

Como já dissemos, a tecnologia possibilitou e se tornou a grande aliada dos profissionais de saúde. Atuando em consultórios compartilhados e estando os lugares de trabalho em pontos distintos, torna-se importante para o profissional organizar e centralizar suas informações. Mais que isso, torna-se importante poder acessá-las com facilidade. Médicos precisam de informações à mão, organizadas e de fácil acesso — aí entra a tecnologia de nuvem e o uso de um software único como forma de centralizar isso.

Por meio de um único programa e acesso a internet, independentemente de onde o profissional estiver trabalhando, ele poderá ter acesso a todo seu banco de dados, com informações sobre pacientes, consultas, prontuários, agendamentos etc. Nesse conceito de multiclinicas, é importante adquirir e gerir sua vida profissional com diligência e controle, o que é proporcionado por uma atuação que faça uso das vantagens do desenvolvimento de softwares.

Ou seja, para profissionais liberais ou autônomos, especialmente médicos, a realidade atual demanda uma organização exemplar, acessível e remota. A internet, por meio de um único software, pode propiciar isso. Basta ao profissional dar uma chance e entrar no conceito, para ver seu trabalho, reconhecimento e consultório crescer ainda mais.

E você, já conhece a realidade de trabalho em consultórios compartilhados?

 

FONTE: Matéria originalmente escrita por André Luiz Forchesatto para o blog Clínica nas Nuvens.